Hibernado em prisão deserta
Sentir que dentro, desperta,
A criatura sacra e vil sente
O frio e o calor que invente
A criatura de fora
São o belo e o feio
Sangue fluídico, veio
Correndo por dentro das veias
Criando todas as tramas e teias
Enredado
Esvanecem minhas forças
Não dá pra lutar comigo
Não da pra vencer
Solidifica-se dentro
Profundo
Semente de arvore viva
Do fruto fecundo
Oriundo do antes
Crescente agora
Amanhã afora
Aqui e agora
Da flor que aflora
Da mulher senhora Caetano Veloso - Odeio
do senhor menino
A musica da sina
O sino
A água
Bem ou mal?
terça-feira, 19 de junho de 2012
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Fecundo
Tortuosa
A caminhada desenha a estrada
Inevitável
Labaredas infringirem os corpos
A fraqueza agredir a vontade
A verdade violentar o ego
Entretanto
Despencando do desfiladeiro
É possível observar que
Suspensos no ar
Voam
Pássaros livres
Libertos da gravidade
Desejo ser como eles Radiohead - Lotus Flower
Sentir atravessar o céu
Perto, bem perto, Titãs - Flores
De Deus
Janis Joplin - Flower in the Sun
Meu corpo estendido no chão
Banhado no sangue já frio
Subentende a morte
Sorte me reunir ao solo
Nutrir-lo
Sobre meu sepulcro
Em crescida oliveira
Alimentam-se as aves
Graças Ave-Maria!
Onde minha vida
Nos frutos jazia
Agora jorram
Das asas das aves
Semeam os sonhos de alegria
Regam os violões cantantes
florescem as vidas errantes
Frutificam o amor de magia
São partículas e são crianças
Brincando no parquinho
Sob o sol de tardezinha
Quase se pondo
Quase nascendo
Aconchegando
Aquecendo
Ninando
A caminhada desenha a estrada
InevitávelLabaredas infringirem os corpos
A fraqueza agredir a vontade
A verdade violentar o ego
Entretanto
Despencando do desfiladeiro
É possível observar que
Suspensos no ar
Voam
Pássaros livres
Libertos da gravidade
Desejo ser como eles Radiohead - Lotus Flower
Sentir atravessar o céu
Perto, bem perto, Titãs - Flores
De Deus
Janis Joplin - Flower in the Sun
Meu corpo estendido no chão
Banhado no sangue já frio
Subentende a morteSorte me reunir ao solo
Nutrir-lo
Sobre meu sepulcro
Em crescida oliveira
Alimentam-se as aves
Graças Ave-Maria!
Onde minha vida
Nos frutos jazia
Agora jorram
Das asas das aves
Semeam os sonhos de alegria
Regam os violões cantantes
florescem as vidas errantes
Frutificam o amor de magia
São partículas e são crianças
Brincando no parquinho
Sob o sol de tardezinha
Quase se pondo
Quase nascendo
Aconchegando
Aquecendo
Ninando
segunda-feira, 11 de junho de 2012
À Sinfonia da Chuva
Legião Urbana - Giz

O samba é amar
E amar é um mistério
O ramance astral
De brincar a sério
A lida
Para muitos sofrida
Para muitos ausente
Apagada
Para outros era risada
A transparência
A brisa gelada
As batas molhadas
Era conversar
E conhecer
Era caminhar
E dançar
À sinfonia da chuva
O samba é amar
E amar é um mistério
O ramance astral
De brincar a sério
A lida
Para muitos sofrida
Para muitos ausente
Apagada
Para outros era risada
A transparência
A brisa gelada
As batas molhadas
Era conversar
E conhecer
Era caminhar
E dançar
À sinfonia da chuva
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